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Créditos da Montagem: Tricolorontherock

Rosetta e Joplin, Rock e Machismo

Dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher, tal data é lembrada no mundo inteiro por tratar de lutas e reivindicações nos EUA e na Europa por melhores condições de trabalho, bem como o reconhecimento de direitos políticos e sociais. O Rock, mesmo propondo-se como um estilo de vida liberto de todo proselitismo social e dos padrões típicos impostos reflete muito do que se encontra na sociedade em geral, com a presença marcante de típicas ideologias sexistas e com explícito viés preconceituoso de gênero. Vale a pena advertir que não é unanime, muito menos regra esse tipo de aspecto, mas é curioso o fato de poucas bandas de mulheres obterem ascensão.
Por isso, vale a pena ressaltar algumas bandas de Rock lideradas por mulheres que fazem e fizeram história:

Sister Rosetta Tharpe, a oficialmente Mãe do Rock’n Roll no mundo, foi a primeira mulher e provavelmente primeira artista a fazer o que se conhece hoje como Rock,  foi conhecida por influenciar músicos de culhões como Elvis Presley, Johnny Cash e Little Richard. Rosetta foi criada e se manteve como artista Gospel por toda à vida, mas para a sorte (ou não) de seus pais ela ensaiava e aprendia lições de Jazz e Blues negro no final da década de 20 (quanto ainda era uma adolescente rebelde da igreja). E logicamente para os padrões da época, seus pais lhe arrumam um casamento com o pastor. Dali em diante permanece alimentando com sua paixão pelo blues tocando em clubes noturnos, mas com letras de natureza religiosa. Em 1944 lança “Strange Things Happening Every Day”, reconhecido como primeiro disco de Rock’n Roll no mundo, contendo letras de natureza espiritual e revelando sua virtuosidade no domínio de sua guitarra.


Janis Joplin, reconhecida como a Rainha do Rock’n Roll, também batia no peito, como acontecia com Rosetta, aquele que poucos artistas tem que o direcionam à paixões extremas. Ao mesmo tempo que cantava em um coro local, depois conhece alguns amigos e começa a cantar blues e folk, logo se interessa pelos poetas da geração beat que construíam uma crítica ao estilo de vida burguês americano. Até então Joplin tinha 20 anos e apesar de toda sua inquietude intensifica o uso de drogas o que se torna um problema ao longo de sua vida, dando causa a sua morte.


 

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